terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A sala


A sala


A sala da minha gene
A sala do meu dia-a-dia,
A sala que falavam bonecas
E bolinhas de gudi boliam.
Sórdida e medonhas paredes
Cofres de lembranças abrigam
Um quadrado no lado obtuso
Um estante no lado perdido
A área é o lado em dobro
O passado entoa e exala,
Entra e apresenta espontâneo
Passa, pela porta da sala.
Números já passaram por lá,
Em centímetros sentimentos
Honestos relógio do tempo
São brutos, são sábios, são burros
São aqueles da janela do vento

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ficar calado também é prejuízo

O movimento radical islâmico Hamas governa Gaza. Será que depois de furtar-lhes a terra, trucidar genocídios, desestabilizar-lhes socialmente, culturalmente, eticamente ainda são petulantes o suficiente para matar mais de 500 pessoas, sendo boa parte delas civis indefesos, incluindo mulheres e crianças? A audácia israelense deveria ser um motim para o mundo, não um motivo de êxtase para pessoas de carne e osso. Não é preciso ter religião alguma para ser ser humano e torcer a face para pessoas sendo mortas drasticamente. No contexto geral, o Hamas não designa o sinônimo de calmaria, devido a uns e outros ataques matando um número reduzido de Judeus em relação aos que foram mortos no território palestino, todavia, não poderia ser diferente, afinal, a estrutura do povo mulçumano em relação ao povo Hebreu- é de fazer inveja. Cotados por melhores estruturas, sejam elas bélicas, financeiras e de apoio internacional, contrastando com a miséria enfrentada pelo povo palestino.
Só não ver quem não quer. Nicolas Sarcozy que o diga, ao acusar o Hamas do conflito. A omissão de opinião do novo presidente dos EUA já causara polêmicas entre o povo árabe.
Talvez, essas bombinhas em Gaza seriam um presente do mundo rico israelita em comemoração aos quase 62 anos de Israel. - Será que já não é o suficiente essa bolada de aniversário, Palestina?-seria o questionamento. A resposta? – Mortes, dor, sofrimento e aplausos aos que se remetem a apoiar esse masoquismo.

Bem Vindo-Luto.


Nada mais sincero do que vestirmos a camisa do luto pela palestina.

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