O movimento radical islâmico Hamas governa Gaza. Será que depois de furtar-lhes a terra, trucidar genocídios, desestabilizar-lhes socialmente, culturalmente, eticamente ainda são petulantes o suficiente para matar mais de 500 pessoas, sendo boa parte delas civis indefesos, incluindo mulheres e crianças? A audácia israelense deveria ser um motim para o mundo, não um motivo de êxtase para pessoas de carne e osso. Não é preciso ter religião alguma para ser ser humano e torcer a face para pessoas sendo mortas drasticamente. No contexto geral, o Hamas não designa o sinônimo de calmaria, devido a uns e outros ataques matando um número reduzido de Judeus em relação aos que foram mortos no território palestino, todavia, não poderia ser diferente, afinal, a estrutura do povo mulçumano em relação ao povo Hebreu- é de fazer inveja. Cotados por melhores estruturas, sejam elas bélicas, financeiras e de apoio internacional, contrastando com a miséria enfrentada pelo povo palestino.
Só não ver quem não quer. Nicolas Sarcozy que o diga, ao acusar o Hamas do conflito. A omissão de opinião do novo presidente dos EUA já causara polêmicas entre o povo árabe.
Talvez, essas bombinhas em Gaza seriam um presente do mundo rico israelita em comemoração aos quase 62 anos de Israel. - Será que já não é o suficiente essa bolada de aniversário, Palestina?-seria o questionamento. A resposta? – Mortes, dor, sofrimento e aplausos aos que se remetem a apoiar esse masoquismo.