terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A sala


A sala


A sala da minha gene
A sala do meu dia-a-dia,
A sala que falavam bonecas
E bolinhas de gudi boliam.
Sórdida e medonhas paredes
Cofres de lembranças abrigam
Um quadrado no lado obtuso
Um estante no lado perdido
A área é o lado em dobro
O passado entoa e exala,
Entra e apresenta espontâneo
Passa, pela porta da sala.
Números já passaram por lá,
Em centímetros sentimentos
Honestos relógio do tempo
São brutos, são sábios, são burros
São aqueles da janela do vento

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