quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Bom dia!
Bom é acordar de manhã em uma cama macia, com lençóis de algodão puro, sem nenhum outro cheiro a não ser o seu próprio empestando todo o colchão. E então, abrir os olhos vagarosamente e não ver ninguém ao seu redor. Rolar. Rolar de um lado a outro da cama, até dá com a testa na parede e rir, dar gargalhadas baixinhas de sua própria felicidade inventada. Depois dos risos sinceros de si, encostar o rosto no lugar onde deveria estar o travesseiro. Nada. Ele não está onde deveria. Com as mãos, tateia uns trinta centímetros e, nada...pois bem, os dedões começam a querer fazer o que geralmente as mãos fazem. De mansinho, mexendo vagarosamente, os dedos dos pés encontram o travesseiro fujão. Eles ficam enaltecidos com a maciez desse privilégio que não lhes é dado cotidianamente. Por fim, ficam minutos...horas...dias...roçando-se naquele sonho...
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Não sabia que escrevias tão bem u_u'
ResponderExcluiré o bruno da ictio