terça-feira, 17 de novembro de 2015
Um conto do parágrafo de um conto
Em
alguma dimensão Régia encontrou Vitória. Como as ondas estuarinas que banham a
costa, os pensamentos de Vitória enxaguaram Régia. Impulsionados pelo vento das
chuvas tropicais, reflexões equivalentes causaram muitos relâmpagos. Uma grande
quantidade de luz trespassava o céu. Isto, iluminava a cidade não muito
desenvolvida ao norte do mundo. Agora, em sinapses cerebrais em um mundo que
não é este estavam apenas Vitória e Régia. Face a face. Régia era vermelha,
intensa, talvez louca (mas não tanto), cheia de padrões estéticos, amorosa,
educada, diminuta mas oponente, calma. Enquanto Vitória era transparente, fria,
equilibrada (mas não tanto), cheia de padrões estéticos-sociais-profissionais,
dura, seca, oponente mas diminuta, hiperativa. A energia dos pensamentos não
podia mais conter os próprios pensamentos. Pois muitas vezes simplesmente não
queremos pensar em algo que já estamos pensado. Por exemplo, ficar pensando
sobre o que está pensando? Vitória pensava em Régia. Régia pensava em Vitória. Elas amavam...
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Perfeito Amiga!
ResponderExcluirFui eu!
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