terça-feira, 12 de maio de 2009


Ca-loura louca

Quer saber?
Também quero saber os segredos dos teus vulcões.
Por que eles despertam quando passas?
Eu?
Queimo...
A seco e calada.
Mas gosto!
O que será que escondes por detrás da geologia tua?
Imagino-me logo em rochas, nua.
E detrás de tuas barbas brancas?
Serão resquícios temporais?
Quero testar a força de tuas lembranças.
Utopia discente?
Se morreres ou se não quiseres-me.
Eu...
Certa vez...
Já tomei uma sala, já bebi uma aula.
Outra vez, nada me custará.
Espero-te na flor de minha falsa ingenuidade
Para um sexo, Doutor
Na tua sala
Ou em teu laboratório
A minha mocidade
Com a tua maturidade.









Paz, Fernanda.
ABRIL

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